terça-feira, 4 de setembro de 2012

AMOR E MEDO (20ª parte)


                Eu o amarrei. Amarrei com sua gravata. Amarrei suas mãos curvando-o sobre a mesa e prendendo a gravata ao puxador da gaveta. Amordacei-o com seu lenço encardido. Abri meu sobretudo e deitei-me sobre ele deixando que sentisse meu corpo nu. Procurei seu pau e segurei-o. Estava duríssimo. Pulsava. Mandei que fechasse os olhos. Devagar acariciei seu pau, indo e vindo bem suave. O corpo dele tremia. Em pouco tempo ele transpirava.
- Só perguntarei uma vez. Aceitará tudo que eu fizer a você sem reclamar?
        Imediatamente ele assentiu com a cabeça. Continuei friccionando seu pau cada vez mais suave. Uns dez minutos depois senti que ele estava se desesperando com aquele toque que não o fazia gozar mas dava uma sensação enlouquecedora. Então me afastei e dei-lhe uma palmada de leve. O corpo dele se contraiu. Dei-lhe outra palmada com a mesma intensidade, depois mais uma, mais outra, outra, outra... até que ele começou a empinar a bunda para receber as palmadas que eu começava a dar com mais força. Eu estava intensamente excitada e desejava muito senti-lo me penetrar. Queria virá-lo e me atirar sobre seu pau, porém sabia que se o fizesse ele gozaria imediatamente. Aproximei meu corpo do dele e enquanto dava-lhe as palmadas pressionei meu púbis em sua bunda. Suávamos.    

 (Fim da 20ª parte - continua)

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