Eu
o amarrei. Amarrei com sua gravata. Amarrei suas mãos curvando-o sobre a mesa e
prendendo a gravata ao puxador da gaveta. Amordacei-o com seu lenço encardido.
Abri meu sobretudo e deitei-me sobre ele deixando que sentisse meu corpo nu.
Procurei seu pau e segurei-o. Estava duríssimo. Pulsava. Mandei que fechasse os
olhos. Devagar acariciei seu pau, indo e vindo bem suave. O corpo dele tremia.
Em pouco tempo ele transpirava.
- Só perguntarei uma vez. Aceitará
tudo que eu fizer a você sem reclamar?
Imediatamente ele assentiu com a cabeça. Continuei
friccionando seu pau cada vez mais suave. Uns dez minutos depois senti que ele
estava se desesperando com aquele toque que não o fazia gozar mas dava uma
sensação enlouquecedora. Então me afastei e dei-lhe uma palmada de leve. O
corpo dele se contraiu. Dei-lhe outra palmada com a mesma intensidade, depois
mais uma, mais outra, outra, outra... até que ele começou a empinar a bunda
para receber as palmadas que eu começava a dar com mais força. Eu estava
intensamente excitada e desejava muito senti-lo me penetrar. Queria virá-lo e
me atirar sobre seu pau, porém sabia que se o fizesse ele gozaria imediatamente.
Aproximei meu corpo do dele e enquanto dava-lhe as palmadas pressionei meu púbis
em sua bunda. Suávamos.
(Fim da 20ª parte - continua)
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