Um pouquinho depois de entrar no facebook ele recebe a mensagem de iniciar a conversa por vídeo. Ele sorri. Ela não aparecia no face há algum tempo. Ficou apertando o pau com satisfação. Estava com saudade de toda aquela sacanagem que faziam durante a madrugada. Solta uma gargalhada lembrando a última vez, quando gozou tão próximo da webcam que sua porra espirrou na lente e deu o maior trabalho para limpar.
- Queria te amar, porém, amar é uma palavra que desconheço, e mesmo que conhecesse não saberia como usar.
Ela aparece com o rosto estampado na tela, cabelo desgrenhado, olheiras profundas. Quase catatônica.
Ele não entende nada e pede para que ela posicione a câmera para ver se esta nua.
Ela pega a câmera de qualquer jeito, a imagem some, quando volta esta balançando e não é possível vê-la direito enquanto fala.
- Queria te amar, sentir tua falta, te desejar, trepar com você sabendo que te amo, que depois íamos ser pessoas comuns. Jantar juntos, ver tv, falar merdas um para o outro. Eu odeio toda essa merda! Odeio essa merda toda!
Ele não entende nada. Fala para ela parar de mexer com a câmera.
Ela deixa a câmera cair sobre a mesa e sua imagem fica de lado. Esta vestida com uma camiseta curtinha, quase deixando seus seios aparecerem.
Ele pede que arrume a câmera, fala para ela levantar a blusa, que mostre os peitinhos redondos e pequenos que ele tanto gosta.
- Eu não precisava te amar muito. Amaria só até nossos filhos nascerem, depois, foda-se o resto, foda-se o amor, foda-se as fodas que não daríamos por causa deles. Mas eu queria te amar. Queria saber te amar.
Ele continuava apertando o pau, já fora da cueca, subindo e descendo a mão, devagar, esperando por todos aqueles momentos que já conhecia, que conseguiam fazer juntos.
- Levanta a blusa – pedia ele – Deixa ver teus peitinhos duros, quero passar a língua neles, deixa-los bem molhadinhos, senti-los crescer, chupa-los como se fossem figos maduros.
Viu-a beber o vinho pela garrafa, o liquido escorrer pelo canto da boca.
- Eu quero que tudo se foda! Já que não consigo amar quero que tudo se foda!
Ele ri.
- Porra, você esta bêbada garota! Adoro comer mulher bêbada! Hoje você vai gozar muito menina! Vou te levar para ver as estrelas.
- Que se fodam as estrelas! Que vão para a casa do caralho as estrelas, a lua, o sol, o universo inteiro.
Ele ri.
- Muito doida! Muito doida! Ah se eu estivesse ai com você agora!
- É tarde agora... muito tarde.
Enche a mão com alguns comprimidos e leva-os a boca, depois bebe o vinho.
- Não quero mais saber dessa porra! Chega! Acabou! Eu não sei amar. Nunca soube, sou uma filha da puta muito burra para conseguir essa proeza de amar alguém. Mas agora estou indo. Vou encontrar aquela parte que sempre me disse o que fazer quando esse dia chegasse.
Ele ri.
- Ajeita a cam e me mostra sua bocetinha lisa! Ainda esta carequinha? Mostra ai, vai?
- Não quero ser mais uma fodida nesse mundo. Eu queria te amar, só isso. Queria sentir meu gozo com amor e não só pelo tesão. Queria que minha alma estivesse presente quando trepei com todos aqueles caras, com aquelas mulheres... eu sou uma mulher vazia, não sei sentir nada.
Ela rasga a pequena blusa e seus seios pequenos, delicados, sensíveis, estão eretos. Os bicos pontiagudos o deixam louco.
- Nossa, você hoje esta demais! Aperta o biquinho do peitinho, vai, passa a ponta do dedo neles, passa, vai, passa.
Ele, excitadíssimo masturba-se freneticamente.
A cabeça dela começa a querer cair, ora para um lado, ora para o outro. Fala coisas estranhas, a língua se atrapalhando com as palavras, enrolando-se na boca. Os olhos vão se fechando devagar e o corpo balança como um pêndulo.
- Bota a câmera perto da sua boceta, deixa eu ver sua boceta raspadinha deixa!
Ele implora, enquanto aumenta com desespero os movimentos no pau. Ela vai caindo de lado, em câmera lenta até sumir.
- Amor, cadê você? Aparece ai, vai, mostra sua bocetinha gostosa! Amor? Cadê você? Amor?
Passam-se alguns minutos e nada muda. Ele continua a chamar pela mulher que não aparece. O pau perdendo a força ainda que ele o continue friccionando.
- Filha da puta! Eu tava quase gozando. Filha da puta...
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