Dificilmente, ou quase nunca
o assassino volta ao local do crime. Somente se ele seguir um padrão de
comportamento.
Midori Hirata, através do advogado, alugou, depois de
liberado pela policia, a sala que pertenceu a Sayuri Kuroki. Como nenhum
parente reclamou os objetos Midori apropriou-se deles mantendo a sala da forma
que estava.
Passava os dias lá dentro, no escuro, lembrando-se dos
encontros com Sayuri e se masturbava com frequência. Passou a atender os
clientes que apareciam sem saber que Sayuri havia morrido. Um dia a tal garota
que mascava goma apareceu.
Midori abriu a porta e lá estava ela. Com livros, cadernos,
o olhar em chamas, um vestido curto e apertado, moldando-lhe o corpo esguio.
Imediatamente sentiu sua vagina umedecer e com um sorriso de
satisfação fez com que a garota entrasse.
- Onde esta a senhora Masuda?
– Perguntou sem realmente estar interessada em alguma resposta.
- Não existe mais. Agora sou
eu e você. O que quer?
A garota ajoelhou-se aos pés de Midori e com voz tímida e
infantil disse:
- Quero ser sua escrava,
assim com fui da senhora Masuda.
(Fim da 41ª parte –
continua)
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