Masturbava-se freneticamente
dentro do banheiro.
Ouvia as
vozes, os risos, os comentários sussurrados das meninas enquanto se olhavam no
espelho retocando a maquiagem, ajeitando o cabelo, admirando-se de perfil para
ver se a curvatura da bunda continuava a mesma.
Pensava nele.
E quanto mais pensava em beija-lo, na barba roçando em seus seios enquanto
ele lhe chupava o pescoço mais enfiava
os dedos na buceta arreganhada, molhada.
As vozes
sumiam por breves momentos. Retornavam. Nem o barulho das descargas a trazia de
volta a realidade. A mão por dentro do sutiã, como se fosse a mão dele,
apertando o mamilo dilatado a mantinha
presa aquele mundo de desejo proibido, de fantasia num prazer secreto e mágico.
Gozava
apertando os olhos com força, imaginando o membro grosso dele tocando-lhe o
útero, espirrando um líquido quente, perfumado, que lhe aquecia a alma. Depois,
o corpo pendia sobre o vaso, sem forças. A respiração voltando aos poucos, os
olhos não querendo abrir.
Na sala de
aula pensava que ouvia o que ele dizia, mas apenas o olhava acompanhando cada
detalhe de sua boca ao pronunciar as palavras como se saíssem somente palavras
doces e delicadas, poemas em sua homenagem.
Em casa,
masturbava-se trancada no quarto, o travesseiro entre as pernas, um dos dedos
massageando o clitóris, a outra mão a passear em sua boca, ora sendo a língua
do amado, ora juntando os cinco dedos fazendo deles um membro grosso que mal
conseguia engolir.
(Sexo Virtual)
Nenhum comentário:
Postar um comentário