Olhou demoradamente o
pau ereto como cobra prestes a dar o bote.
Gustavo, também nu, apareceu
na entrada da sala. Mordeu os lábios ao ver o pau de Claudio ereto. Sorrindo,
caminhou até ele. Curvou-se e beijou-lhe a boca ainda com gosto de chocolate sentindo
seu pau crescer. Não percebeu que Claudio não estava ali.
Gustavo tomou-lhe a
caneca das mãos e deu um grande gole na bebida. Então sentou-se ao lado de
Claudio e derramou sobre o pau dele um pouco do liquido agora morno. Claudio sentiu
a língua de Gustavo lhe lambendo o membro. Depois a própria boca o chupando com
carinho.
Claudio lembrou-se da
mulher chupando-o depois que bebia o café que ele levava todas as manhãs para
ela na cama antes de sair para trabalhar. Fechou os olhos e a viu. O corpo
negro aveludado saindo por baixo do lençol para beijar-lhe a boca enquanto
encostava a xota molhada de desejo e amor no seu corpo. Faziam um amor rápido,
porém intenso. As vezes ela gozava rápido, outras o expulsava para que ele não
se atrasasse, mas pedia para que ele gozasse dentro dela. Sentia prazer
ouvindo-o gemer enquanto chamava o nome dela antes de gozar.
Gustavo sentou sobre o
pau e fez pressão. O membro deslizou para dentro.
Claudio não quis abrir
os olhos.
Ainda pensava na ex-mulher.
(CHOCOLATE II – Ivo Linhares)
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